Yorimatã
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Dilúvio Produções Apresenta:

Yorimatã

10 anos 2016 116min

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enes

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Duas mulheres em meio ao movimento hippie dos anos 70 se unem pelo sonho de liberdade. Luhli e Lucina vivem em seu cotidiano criativo de uma comunidade alternativa a experimentação musical radical e se tornam pioneiras no cenário independente brasileiro. Com cerca de 800 composições, do violão aos tambores artesanais que constroem e tocam, dizem não às gravadoras e mergulham na umbanda e na criação artística. Seu companheiro de um relacionamento em trisal, o fotógrafo Luiz Fernando Borges da Fonseca, registra tudo em filmes super 8mm.

Dirigido por

Rafael Saar

Produção

Imagem-Tempo

Dilúvio Produções

Tela Brasilis

Coprodução

Canal Brasil

Patrocínio

Riofilme

Apoio Oficial

TV Brasil

Categoria

Documentário

4 Avaliação
13 Exibições
185 audiência
1,93 K aud.total
  • Online (YouTube, Vimeo, etc)
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  • Cinema
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  • Outras mídias (DVD, Blu-ray, mídia kit, etc)

Saiba mais sobre o tema

Metrópolis | 07/04/2016

Programa Metrópolis - TV Cultura- Entrevista

Link do vídeo

Yorimatã (AGENDA)

Documentário "Yorimatã", de Rafael Saar retrata a trajetória, dentro e fora dos palcos, de Luhli e Lucinha, contando com depoimentos de nomes como Ney Matogrosso e Gilberto Gil. Exibido em: 18/04/2016

Vídeo

Críticas

“ Uma experimentação transcendental de estilos, parcerias, épocas, a “força de uma verdade”. O diretor disse que o que o estimulou a realizar o documentário foi a “potência delas” (“a vida é feita de escolhas”). Sim, Luhli e Lucina souberam aproveitar cada momento de suas existências. Sim, “Yorimatã” é o resultado desta “viagem” ultra mega interessante pelo universo político e cultural brasileiro. ”

por Fabricio Duque ver matéria completa

“Além de trazer mais à luz a originalidade multiétnica das compositoras e o seu talento performático, YORIMATÃ funciona hoje como um necessário manifesto anticonservadorismo. O desassombro libertário, profundamente honesto, de Luhli e Lucina comprovou ser mais que um delírio hippie. Ficou como exemplo de afetividade integral que resiste aos desencontros da vida.”

por Carlos Alberto Mattos ver matéria completa

“Nesse aspecto, Yorimatã trata, de modo mais original do que os demais filmes sobre o assunto, da chamada contracultura no Brasil, ou seja, das rupturas comportamentais, em termos de reinvenção, em liberdade, das relações amorosas e das vidas pessoais, familiares, comunitárias e sociais, por parte de setores da juventude, em plena ditadura política.”

por Jair Tadeu da Fonseca ver matéria completa

“Assistir Yorimatã se faz de extrema importância para todos aqueles que se interessam por música, feminismo e liberdade. E o mais curioso é perceber, que mesmo tendo se passado algumas décadas, o quanto ainda estamos caminhando a passos lentos em temáticas como essas que estão presentes no filme. ”

por Larissa Bello ver matéria completa

“A história de vida das duas nos faz olhar para a nossa historia e pensar o quanto poderíamos mudar ou podemos mudar para termos uma vida melhor e mais saudável mentalmente e o quanto isso prejudicaria a vida profissional que temos. ”

por Caio Gaona ver matéria completa

“As suas quase duas horas de projeção são necessárias e muito bem-vindas para que o filme possa brindar o público não somente com trechos da vasta, belíssima (e pouco conhecida do grande público) obra da dupla, como também com algumas de suas canções saboreadas na íntegra, deliciosamente sem pressa, sem a ansiedade dos cortes rápidos da linguagem televisiva. “Yorimatã” é puro cinema.”

por Celso Sabadin ver matéria completa

“Yorimatã faz um passeio sonoro pela música, pela vivência hippie de amor livre e desapego material, pela intensa conexão com a natureza e seus mistérios, pela inspiração vinda da umbanda, passando pela construção dos próprios instrumentos musicais e pelo preconceito que a dupla sofreu por causa do relacionamento a três.”

por Xandra Stefanel ver matéria completa

“Se “Yorimatã” fosse um documentário objetivo e explicadinho, a mágica se perderia toda. Assim, o diretor Rafael Saar toma a certeira decisão de deixar a história se construir no tempo dela, compondo mais um retrato musical do que uma narrativa.”

por Ruy Gardnier ver matéria completa

“O documentário, como um grito que saúda a criança da mata tem muito dessa atmosfera setentista e uma ligação muito forte com a natureza. E a musicalidade que provém desse encontro entre sensibilidade, amor e energia que vem da terra. Excelente opção para os amantes de MPB.”

por Roger Batista ver matéria completa

“Há uma profunda ligação entre a natureza e a arte multifacetada da dupla Luhli e Lucina. Não à toa, as primeiras imagens de Yorimatã evocam essa cumplicidade. O cineasta Rafael Saar busca dimensionar as artistas como fenômenos espaciais, por assim dizer, ressaltando sempre que pode o valor delas para o meio, e vice-versa. ”

por Marcelo Muller ver matéria completa
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Extras

Vídeos

Ney Matogrosso, Luhli e Lucina - Pedra de Rio

Ney Matogrosso

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Ney Matogrosso, Luhli e Lucina - Pedra de Rio

Ney Matogrosso

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Fotos

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Ficha completa

Yorimatã (2016)

Classificação etária: 10 anos

Descritores de conteúdo: Linguagem Imprópria

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Dirigido por Rafael Saar

Produção Imagem-Tempo Dilúvio Produções Tela Brasilis

Coprodução Canal Brasil

Patrocínio Riofilme

Apoio Oficial TV Brasil

Categoria Documentário

Tema Cultura Inspiração Sexualidade

ODSs ODS 5 - Igualdade de Gênero

Áudio e Legenda

Audio Portuguese BR

Legenda English, Spanish

Closed Caption --

Audiodescrição --

Linguagem de Sinais --

Sinopse

Duas mulheres em meio ao movimento hippie dos anos 70 se unem pelo sonho de liberdade. Luhli e Lucina vivem em seu cotidiano criativo de uma comunidade alternativa a experimentação musical radical e se tornam pioneiras no cenário independente brasileiro. Com cerca de 800 composições, do violão aos tambores artesanais que constroem e tocam, dizem não às gravadoras e mergulham na umbanda e na criação artística. Seu companheiro de um relacionamento em trisal, o fotógrafo Luiz Fernando Borges da Fonseca, registra tudo em filmes super 8mm.