Movimento dos Atingidos por Barragens  Apresenta

Jirau e Santo Antônio: relatos de uma guerra amazônica

2016 · 66 min
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Sinopse

"No meio da Amazônia existem pessoas e essas pessoas falam.
E se as pessoas não falarem, o rio vai falar".

Prostituição infantil, contaminação da água, centenas de quilômetros de árvores mortas, toneladas de peixes assassinados, milhares de famílias desabrigadas e sem emprego. Parece que o progresso prometido pelas construções das Usinas Hidrelétricas no Rio Madeira, em Rondônia, passou longe daquela região.

Esta obra pretende dar voz aos atingidos e atingidas que sofrem e lutam diariamente pela garantia de seus direitos. É o caso de Nilce de Souza Magalhães, mulher, pescadora e lutadora, que meses após a gravação deste filme foi assassinada. Para Nicinha, e todo o povo atingido da região da Amazônia, nem um minuto de silêncio, mas toda uma vida de lutas.

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Saiba mais sobre o tema deste filme

Notícias sobre Jirau e Santo Antônio

As barragens de Santo Antônio e Jirau significam a privatização do rio Madeira, com mais de 25 bilhões de reais de dinheiro público para a construção das barragens e garantia de que por 30 anos as empresas vão faturar mais de R$ 115 bilhões com a geração, R$ 22 bilhões com a transmissão e mais de R$ 130 bilhões com a distribuição.

Extras

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#QuemMatouNicinha - Trecho do filme "Jirau e Santo Antônio"
MAB comunicação

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